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	<title>Arquivo de Resenha - Pop Core Lab</title>
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	<description>Tudo sobre música, cinema &#38; cultura</description>
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	<title>Arquivo de Resenha - Pop Core Lab</title>
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		<title>Cachorro Grande em SP: como foi o show no Cine Joia</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:24:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não há dúvida: 2026 está se revelando um ano especial para os apaixonados pelo rock independente brasileiro da virada do milênio. Em março, o Street Bulldogs pisou novamente nos palcos depois de mais de uma década e meia de ausência, levando sua energia a várias capitais do país. Logo em seguida, no começo de abril, [&#8230;]</p>
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<p class="">Não há dúvida: 2026 está se revelando um ano especial para os apaixonados pelo rock independente brasileiro da virada do milênio. Em março, o Street Bulldogs pisou novamente nos palcos depois de mais de uma década e meia de ausência, levando sua energia a várias capitais do país. Logo em seguida, no começo de abril, o Rodox — projeto encabeçado por Rodolfo Abrantes desde sua saída do Raimundos — confirmou uma turnê comemorativa reunindo a formação original. Nessa onda de reencontros, na última sexta-feira (17), foi a vez da <strong>Cachorro Grande</strong> agitar São Paulo com uma apresentação especial no Cine Joia. Depois do hiato aberto em 2019, a banda segue retomando o fio da meada e, menos de um ano após um show comemorativo, volta a ocupar o palco — renovando, nos fãs, a esperança por um retorno definitivo e por uma agenda mais recheada.</p>



<p class="">Mas, para entender o peso desse momento, vale lembrar o caminho percorrido. A banda Cachorro Grande construiu seu lugar entre os maiores do rock nacional nos anos 2000, nadando contra a corrente: enquanto as tendências apontavam para outros rumos, a banda abraçou influências do rock clássico de The Beatles, The Rolling Stones e The Who, vestiu a estética mod e entregou shows de uma intensidade difícil de ignorar. O resultado veio na forma de canções que ficaram na memória coletiva, como &#8220;<strong>Sinceramente</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Lunático</strong>&#8220;, no prêmio do MTV Video Music Brasil 2007 e em turnês divididas com grandes nomes internacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Matheus Torres foi o responsável por abrir os trabalhos</h2>



<p class="">A noite teve abertura a cargo de <strong>Matheus Torres</strong>, nome que ganhou visibilidade ao passar pelo reality show “<strong>Estrela da Casa</strong>”. Em um set direto ao ponto, o cantor percorreu faixas do álbum Tanta Pressa, com uma sonoridade que remete ao pop rock nacional dos anos 1980 — Barão Vermelho, Djavan e Cazuza pairavam no ar. A apresentação cumpriu bem seu papel de aquecimento, tendendo pontes entre gerações por meio de referências que resistem ao tempo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3272.jpg.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" alt="Matheus Torres no Cine Joia - Crédito da foto: Gil Oliveira" class="wp-image-1776" srcset="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3272.jpg.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3272.jpg.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3272.jpg.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3272.jpg.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sub>Matheus Torres no Cine Joia &#8211; Crédito da foto: Gil Oliveira</sub></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cachorro Grande reafirma força do rock dos anos 2000 em noite intensa no Cine Joia</strong></h2>



<p class="">Por volta das 22h, com o Cine Joia lotado, Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria), Eduardo Barreto (baixo) e Pedro Pelotas (teclados) tomaram o palco. A escolha da abertura com &#8220;<strong>Você Não Sabe o Que Perdeu</strong>&#8221; foi uma declaração de intenções: sem rodeios, sem aquecimento gradual — a banda entrou com tudo e manteve essa temperatura ao longo de toda a noite. O setlist transitou por diferentes momentos da carreira, revisitando álbuns como <em>As Próximas Horas Serão Muito Boas</em>, <em>Pista Livre</em>,<em> Todos os Tempos</em> e <em>Baixo Augusta</em>, enquanto o público cantava junto em clássicos como &#8220;<strong>Hey Amigo!</strong>&#8220;, &#8220;<strong>Bom Brasileiro</strong>&#8220;, &#8220;<strong>A Alegria Voltou</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Lili</strong>&#8220;.</p>



<p class="">O que mais chamava atenção era a desenvoltura da banda no palco. Beto Bruno comandava o show com uma espontaneidade beirando o caos — numa corda bamba entre o carisma e o exagero que funciona perfeitamente para o contexto. Marcelo Gross deu um passo à frente em momentos-chave, como quando assumiu o protagonismo em &#8220;<strong>Dia Perfeito</strong>&#8220;.</p>



<p class="">No trecho final, o show alcançou seu ponto mais alto com &#8220;<strong>Sinceramente</strong>&#8221; — desta vez com Matheus Torres dividindo o vocal com Beto —, &#8220;<strong>Sexperienced</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Lunático</strong>&#8220;. Foi o resumo perfeito do que a noite representou: para quem estava descobrindo a banda ao vivo pela primeira vez, um encontro com clássicos que deveriam ter sido ouvidos há mais tempo; para quem já os conhecia de cor, uma viagem de volta à época em que esses hits tomavam conta da grade dos programas de videoclipes.</p>



<p class="">No fim das contas, a Cachorro Grande deixa claro que não perdeu nem um milímetro de sua relevância. Mais do que revisitar o passado, o show serviu para mostrar que os gaúchos seguem tão poderosos quanto foram no auge da fama.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1200" height="800" src="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3343.jpg.jpeg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-1777" srcset="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3343.jpg.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3343.jpg.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3343.jpg.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3343.jpg.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sub>Cachorro Grande no Cine Joia &#8211; Crédito da foto: Gil Oliveira</sub></em></figcaption></figure>
</div>


<p class=""><strong>Setlist</strong></p>



<p class="">Você não sabe o que perdeu<br>Hey amigo!<br>Desentoa<br>As próximas horas serão muito boas<br>Bom brasileiro<br>A alegria voltou<br>Velha amiga<br>Roda-gigante<br>Debaixo do chapéu<br>O que você tem?<br>Dia perfeito<br>Lili<br>Vai T. Q. dá<br>Sinceramente<br>Sexperienced<br>Você não sabe o que perdeu<br>Lunático</p>



<p class=""><sub><strong><em>Texto: Cledir Oliveira</em></strong><br><strong><em>Revisão e edição: Guilherme Góes</em></strong></sub></p>
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		<title>Roxette em São Paulo: legado, homenagem e nova fase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O show do Roxette em São Paulo, na noite de 14 de abril, parte de uma história que o público conhece bem. Durante décadas, a banda foi sustentada pela parceria entre Per Gessle, responsável por compor grande parte dos sucessos, e Marie Fredriksson, dona de uma das vozes mais marcantes do pop. Juntos, transformaram músicas [&#8230;]</p>
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<p class="">O show do <strong>Roxette </strong>em São Paulo, na noite de 14 de abril, parte de uma história que o público conhece bem. Durante décadas, a banda foi sustentada pela parceria entre <strong>Per Gessle</strong>, responsável por compor grande parte dos sucessos, e <strong>Marie Fredriksson</strong>, dona de uma das vozes mais marcantes do pop. Juntos, transformaram músicas como “Listen to Your Heart” e “It Must Have Been Love” em hits globais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ainda existe Roxette sem Marie?</strong></h3>



<p class="">A morte de Marie, em 2019, encerrou esse ciclo de forma definitiva. Por isso, ver o Roxette novamente no palco sempre levanta uma questão inevitável: o que exatamente continua quando uma das figuras centrais já não está mais ali?</p>



<p class="">No Espaço Unimed, essa resposta começa a se desenhar com clareza. Per segue à frente do projeto, assumindo o papel de condutor da noite com naturalidade. É ele quem ancora o show, não só como músico, mas como elo direto com a identidade original da banda. Ao seu lado, surge o principal elemento dessa nova fase: <strong>Lena Philipsson</strong>, cantora sueca com carreira consolidada, convidada para assumir os vocais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Lena Philipsson e o desafio de assumir os vocais</strong></h3>



<p class="">Lena entra em um espaço que não permite substituições. E o show não tenta forçar essa ideia. Desde o início, fica claro que sua presença não é construída a partir da comparação com Marie, mas a partir de uma leitura própria dessas músicas. Sua voz tem outra textura, sua interpretação segue outro caminho, e isso impacta diretamente a forma como o repertório se apresenta ao vivo.</p>



<p class="">Essa mudança aparece nos detalhes. Algumas músicas surgem em tons mais baixos, ajustadas para a nova dinâmica vocal. Em outros momentos, a diferença está menos na técnica e mais na entrega. Marie tinha uma presença expansiva, com alcance vocal que definia o som do Roxette; Lena trabalha de forma mais contida, sustentando as canções sem tentar reproduzir o que já foi feito.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="863" height="575" src="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ROXETTE_Camila-Cara_11.jpg?fit=863%2C575&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-1771" srcset="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ROXETTE_Camila-Cara_11.jpg?w=863&amp;ssl=1 863w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ROXETTE_Camila-Cara_11.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ROXETTE_Camila-Cara_11.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 863px) 100vw, 863px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sub>Roxette em São Paulo &#8211; Crédito da foto: Camila Cara</sub></em></figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Os hits atemporais do Roxette e a força do público no show em São Paulo</strong></h3>



<p class="">Com o passar do show, essa escolha começa a fazer sentido dentro do conjunto. Quando entram sequências de clássicos como “The Look”, “Joyride” e “Listen to Your Heart”, o protagonismo se desloca naturalmente para o público. São músicas que não dependem mais exclusivamente de quem está no palco. A plateia canta, completa versos, mantém os refrões vivos e, em alguns momentos, transforma o espaço em algo próximo de uma festa nostálgica, com gente pulando, cantando e às vezes dizendo &#8220;essa é a minha música!&#8221;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O momento mais emocional da noite</strong></h3>



<p class="">“It Must Have Been Love” é o momento em que essa dinâmica muda de tom. A música desacelera o ambiente e evidencia aquilo que atravessa todo o show. A ausência de Marie não é um detalhe. Ela está presente na memória do público, na forma como a canção é recebida e no próprio significado que ela ganhou ao longo dos anos. Per faz questão de reforçar essa homenagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sem telões: quando sentir o show importa mais que ver</strong></h3>



<p class="">Um detalhe curioso ajuda a reforçar essa atmosfera. Não houve exibição de imagens do show nos telões laterais, uma escolha que não foi explicada, mas que acabou alterando a forma como o público se relacionou com a apresentação. Sem o apoio visual ampliado, os olhares se voltaram menos para o palco em si e mais para a experiência coletiva. Em vez de assistir, parecia mais importante sentir. Em vez de ver cada detalhe, bastava estar ali, dentro daquele momento, que mais parecia uma viagem no tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A energia que continua mesmo depois do fim</strong></h3>



<p class="">A banda que acompanha Per ajuda a manter essa estrutura firme. Os arranjos permanecem próximos das versões originais, com pequenas adaptações que não alteram a essência das músicas. Existe uma preocupação clara em preservar a identidade sonora do Roxette, mesmo dentro de um novo formato.</p>



<p class="">Ao longo da apresentação, o público responde de forma direta. Não há resistência à nova formação, mas existe consciência de que se trata de outra fase. Lena é recebida com atenção no início e, aos poucos, conquista espaço dentro do show, principalmente pela consistência com que conduz as músicas.</p>



<p class="">E essa conexão não termina com o último acorde. Do lado de fora do Espaço Unimed, já depois do fim, pequenos grupos ainda se formavam espontaneamente. Vozes que não queriam ir embora continuavam cantando, puxando trechos de músicas como “How Do You Do!”, prolongando a noite como se fosse possível estender aquele momento por mais alguns minutos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que fica do show do Roxette em São Paulo</strong></h3>



<p class="">O que fica do <a href="https://popcorelab.com.br/roxette-anuncia-shows-no-brasil-em-2026/">show do Roxette em São Paulo</a> é uma leitura objetiva: o grupo não tenta recriar o que existia antes, porque isso não é possível. O que permanece é o repertório, a conexão construída ao longo dos anos e a capacidade dessas músicas de ainda mobilizarem uma plateia inteira.</p>



<p class="">E, diante da resposta do público, isso segue sendo suficiente para manter essa história em movimento.</p>
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		<title>Guns N’ Roses no Monsters of Rock: por que a banda ainda lota estádios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poucas bandas conseguem atravessar gerações sem depender apenas da nostalgia. No rock, a longevidade costuma vir acompanhada de desgaste, perda de relevância ou uma dependência quase total de memórias do passado. Ainda assim, alguns nomes escapam dessa lógica, e o Guns N&#8217; Roses é um dos exemplos mais claros. Mais de quatro décadas após o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Poucas bandas conseguem atravessar gerações sem depender apenas da nostalgia. No rock, a longevidade costuma vir acompanhada de desgaste, perda de relevância ou uma dependência quase total de memórias do passado. Ainda assim, alguns nomes escapam dessa lógica, e o <strong>Guns N&#8217; Roses</strong> é um dos exemplos mais claros.</p>



<p class="">Mais de quatro décadas após o auge comercial do grupo, o Guns continua ocupando estádios ao redor do mundo. Parte dessa permanência tem relação direta com o catálogo construído ao longo da carreira. Para além do sucesso nos anos 80 e 90, ainda há músicas que permanecem culturalmente reconhecíveis e capazes de atravessar gerações.</p>



<p class="">Esse fenômeno ficou evidente novamente durante a passagem do grupo pelo <strong><a href="https://popcorelab.com.br/lineup-do-monsters-2026-tem-guns-skynyrd-e-halestorm/">Monsters of Rock</a></strong>, em São Paulo. O retorno ao <a href="https://popcorelab.com.br/allianz-parque-recebe-guns-n-roses-lynyrd-skynyrd-e-mais/">Allianz Parque</a> aconteceu menos de um ano depois de uma apresentação igualmente lotada no mesmo local, mas o clima estava longe de parecer repetição. A recepção do público indicava algo diferente: a sensação de continuidade com uma pitada de frescor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O gUNS N&#8217; ROSES TEM repertório que sustenta o show</h2>



<p class="">Boa parte dessa permanência do Guns entre as gerações vem da força do repertório. Canções como <em>Welcome to the Jungle</em>, <em>Sweet Child O’ Mine</em> e <em>November Rain </em>funcionam mais do que momentos de nostalgia dentro do show. Elas estruturam o próprio ritmo da apresentação, criando pontos de intensidade coletiva que atravessam todo o público presente. Sejamos honestos, ainda que você já tenha presenciado inúmeros shows do Guns, você conseguiria imaginar um show sem esses clássicos? A resposta é não.</p>



<p class="">Do mesmo jeito,<em> Paradise City </em>continua exercendo o mesmo papel de catarse que já desempenhava show após show: o encerramento caótico e poético. Poucas bandas conseguem construir um catálogo com esse nível de reconhecimento imediato.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nem só de nostalgia vive o guns </h2>



<p class="">Tomando como exemplo a apresentação da banda no Monsters of Rock, e nesta etapa de 2026 da turnê como um todo, o show não se limita a reproduzir uma fórmula previsível. Algumas escolhas de repertório mostram disposição para revisitar diferentes momentos da discografia. Uma grato exemplo foi a inclusão de <em><a href="https://youtu.be/D9cqJfwESV0?si=sftMMX346h6OrYf6">Bad Apples</a></em>, tocada pela primeira vez desde 1991, e a presença de faixas mais recentes como <em>Atlas </em>e <em>Nothin</em>. Uma tentativa &#8211; bem sucedida &#8211; de manter o repertório em movimento. </p>



<p class="">Sempre há um lado do público que prefere se manter no clássico feijão com arroz, que funciona, é gostoso, e não incomoda com grandes mudanças, mas a verdade é que é saudável arriscar, ainda que não agrade a todos. E aqui vale um questionamento: será que fazer essa manobra justamente em um festival é a melhor escolha? </p>



<h2 class="wp-block-heading">A dinâmica de palco da banda MAIS PERIGOSA DO MUNDO</h2>



<p class="">No palco, a dinâmica do grupo também reforçou essa sensação de equilíbrio entre passado e presente.</p>



<p class="">Axl Rose já não apresenta a mesma potência vocal de outras fases da carreira, mas sua presença de palco continua sendo central para o espetáculo. Entre trocas de figurino e interações com o público, ele conduz a apresentação com naturalidade. E demonstra mudanças curiosas para aqueles que acompanharam a trajetória do frontman: mesmo levando uma guitarrada (sem querer, obviamente) de seu colega Slash, Axl seguiu totalmente paz, amor e rock &#8216;n&#8217; roll &#8211; ah se isso acontecesse há algumas décadas&#8230;</p>



<p class="">Slash permanece como um dos pilares visuais e sonoros da banda, conduzindo solos que seguem entre os momentos mais marcantes do show. Já Duff McKagan amplia essa dinâmica ao assumir vocais em algumas músicas, reforçando o caráter coletivo da apresentação.</p>



<p class="">Richard Fortus, Dizzy Reed e Isaac Carpenter completam a formação com estabilidade instrumental, garantindo consistência ao longo das mais de duas horas de show.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="700" height="466" src="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-7.jpg?resize=700%2C466&#038;ssl=1" alt="Guns n' roses em são paulo - monsters of rock.
Créditos: Gun'n Roses" class="wp-image-1744" srcset="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-7.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GNR-Press-Sao-Paulo-7.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><sub>Guns N&#8217; Roses no Monsters of Rock. Créditos: Guns N&#8217; Roses</sub></em></figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">A relação do Guns N’ Roses com o público brasileiro</h2>



<p class="">No Brasil, essa experiência ganha uma dimensão particular. Desde os anos 1990, o país ocupa um espaço importante na trajetória da banda, com apresentações marcadas por estádios cheios e uma resposta intensa do público.</p>



<p class="">No Monsters of Rock, essa conexão voltou a aparecer com clareza. O engajamento coletivo da plateia reforça um elemento essencial para a longevidade de uma banda: a capacidade de transformar cada apresentação em um evento histórico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o Guns N’ Roses continua atravessando décadas</h2>



<p class="">Bandas atravessam décadas quando conseguem sustentar três elementos ao mesmo tempo: um repertório que permanece relevante, presença de palco capaz de manter a experiência viva e um público disposto a renovar essa relação a cada apresentação.</p>



<p class="">O Guns N&#8217; Roses ainda reúne esses três fatores. É por isso que, mesmo depois de mais de 40 anos de carreira, a banda continua funcionando como um dos nomes mais consistentes do rock ao vivo. </p>
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		<title>Alesana revive álbum The Emptiness no Carioca Club</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns discos carregam uma espécie de vida própria. Eles atravessam os anos, acumulam histórias, encontram novas gerações e continuam ecoando na memória de quem os ouviu no momento certo. Foi com esse peso afetivo que o Alesana subiu ao palco do Carioca Club no dia 28 de fevereiro, em São Paulo, para celebrar um de [&#8230;]</p>
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<p class="">Alguns discos carregam uma espécie de vida própria. Eles atravessam os anos, acumulam histórias, encontram novas gerações e continuam ecoando na memória de quem os ouviu no momento certo. Foi com esse peso afetivo que o <strong>Alesana</strong> subiu ao palco do <strong>Carioca Club</strong> no dia 28 de fevereiro, em São Paulo, para celebrar um de seus trabalhos mais marcantes: o álbum <strong>The Emptiness</strong>.</p>



<p class="">A proposta da noite era simples e, ao mesmo tempo, poderosa: executar o disco na íntegra, sem atalhos, sem cortes. Como se cada faixa fosse uma página inevitável de uma história que precisa ser contada até o fim.</p>



<p class="">Quando os primeiros acordes de “Curse of the Virgin Canvas” surgiram, o público já sabia exatamente o que estava por vir. Os mais ansiosos gritaram antes mesmo de os vocais se completassem &#8220;<em>the emptiness will haunt you</em>&#8220;.</p>



<p class="">O repertório seguiu a ordem do álbum. “The Artist” e “A Lunatic’s Lament” vieram logo depois, ampliando a sensação de que o tempo havia se dobrado dentro do local, que diga-se de passagem é estava bem abafado. A cada mudança de música, a temperatura subia. O momento catártico chegou em “The Murderer”, quando um mosh se abriu.</p>



<p class=""><strong>Dennis Lee</strong>, também conhecido como Danny Diablo, conduzia a noite com naturalidade, alternando gritos, melodias e momentos de interação com quem estava na grade. A presença de palco da banda mantinha o show em constante movimento: Shawn Milke e Shane Crump, por exemplo, estão sempre trocando de microfone (um em cada extremidade do palco) para executar os vocais.</p>



<p class="">Pouco antes de “The Thespian”, um breve problema técnico interrompeu o andamento do show por alguns minutos. Nada dramático, mas o suficiente para quebrar um pouco do ritmo. Dennis Lee lidou com a situação com leveza e brincou com o público, dizendo que quem acompanha os shows da banda já sabe que esse tipo de coisa acontece. O comentário arrancou risadas e manteve o clima leve enquanto a equipe resolvia a falha.</p>



<p class="">Quando a música finalmente retornou, a reação foi imediata, como se a pausa tivesse apenas acumulado energia, afinal &#8220;The Thespian&#8221; é o grande símbolo do que foi a era The Emptiness.</p>



<p class="">O encerramento do álbum veio com “Annabel”, uma das faixas mais longas e emocionais do repertório. Em determinado momento, o som diminuiu e a voz do público tomou conta do espaço. Lanternas de celular surgiram no meio da pista. O &#8220;emo véio&#8221; ficou realizado.</p>



<p class="">Depois de completar o ciclo de <em>The Emptiness</em>, a banda deixou o palco por um instante. O retorno veio com três músicas fora do disco, funcionando como uma espécie de epílogo para a noite. “This Is Usually the Part Where People Scream”, “Beyond the Sacred Glass” e “Apology” trouxeram diferentes fases da carreira da banda de volta ao palco.</p>



<p class="">A última delas encerrou tudo com o mesmo espírito que marcou o restante da apresentação: vozes misturadas, braços erguidos e mosh pit pra eternizar.</p>
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		<title>Limp Bizkit transforma Allianz Parque em celebração do nu metal</title>
		<link>https://popcorelab.com.br/limp-bizkit-transforma-allianz-parque-em-celebracao-do-nu-metal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 01:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[Limp Bizkit no Allianz Parque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 20 de dezembro de 2025, o Limp Bizkit provou que sua relação com o público brasileiro atravessa gerações; em apresentação no Allianz Parque, em São Paulo, a banda norte-americana entregou um dos shows mais intensos do ano. A noite reuniu fãs que viveram o auge do nu metal no fim dos anos 1990 [&#8230;]</p>
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<p class="">No dia <strong>20 de dezembro de 2025</strong>, o <a href="https://popcorelab.com.br/?s=LIMP+BIZKIT">Limp Bizkit</a> provou que sua relação com o público brasileiro atravessa gerações; em apresentação no <strong>Allianz Parque</strong>, em São Paulo, a banda norte-americana entregou um dos shows mais intensos do ano. A noite reuniu fãs que viveram o auge do nu metal no fim dos anos 1990 e um público mais jovem que redescobriu o grupo nos últimos anos.</p>



<p class="">O estádio lotado, tomado por bonés vermelhos, rodas na pista e sinalizadores acesos, confirmou que o Limp Bizkit ocupa hoje um patamar que vai além da nostalgia. O show marcou o encerramento da <strong>Loserville Tour</strong> no Brasil e funcionou como um grande evento coletivo, estruturado quase como um minifestival, com participações e referências constantes às bandas convidadas da noite.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Homenagem a Sam Rivers dá o tom emocional da noite</h3>



<p class="">Antes de mergulhar na energia característica de seus shows, o Limp Bizkit reservou um momento de respeito e memória. A apresentação foi dedicada ao <strong>baixista Sam Rivers</strong>, integrante fundador da banda, falecido em outubro de 2025. Um vídeo exibido no início do show, ao som de “Drown”, reuniu imagens de diferentes fases do músico e encerrou com uma mensagem direta de despedida.</p>



<p class="">Mesmo diante da perda recente, Fred Durst, Wes Borland, John Otto e DJ Lethal decidiram manter a turnê latino-americana, incorporando a homenagem como parte central da narrativa da noite. Richie “Kid Not” Buxton assumiu o baixo com discrição, garantindo continuidade sem tentar ocupar simbolicamente o espaço deixado por Rivers.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="1280" src="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-22.49.51.jpeg?fit=1024%2C1024&amp;ssl=1" alt="Limp Bizkit transforma Allianz Parque em celebração do nu metal" class="wp-image-1456" style="width:609px;height:auto" srcset="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-22.49.51.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-22.49.51.jpeg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-22.49.51.jpeg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-22.49.51.jpeg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-05-at-22.49.51.jpeg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading">Energia, ironia e controle absoluto do público</h3>



<p class="">A partir desse ponto, o show assume sua forma definitiva: uma sucessão de momentos de picos de intensidade. O Limp Bizkit trabalha com precisão o fluxo do repertório, alternando faixas explosivas com breves respiros estratégicos. Mesmo sem aparentar uma coreografia rígida, o setlist revela domínio absoluto da dinâmica de estádio.</p>



<p class="">A decisão de <strong>abrir e encerrar o show com “Break Stuff”</strong> sintetiza a proposta. Longe de soar repetitiva, a música funciona como manifesto e espelho do público, que assume o protagonismo especialmente na execução final, com as luzes do Allianz Parque acesas e a plateia transformada em parte ativa do espetáculo.</p>



<p class="">Clássicos como “My Generation”, “Nookie”, “Rollin’”, “My Way”, “Full Nelson” e “Take a Look Around” sustentam os momentos mais intensos da noite, enquanto faixas como “Re-Arranged” e “Livin’ It Up” oferecem pausas pontuais sem quebrar o ritmo geral do show.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma banda que entende seu tempo — e seu público</h3>



<p class="">Fred Durst surge em cena distante da figura polêmica associada ao passado. Sua performance aposta menos em excessos e mais em comando de palco com autoridade e humor. Wes Borland, por sua vez, segue como peça central da identidade sonora e visual do grupo, combinando riffs pesados, texturas e um figurino que reforça o espírito irreverente da banda.</p>



<p class="">Os interlúdios comandados por DJ Lethal reforçam a lógica híbrida que sempre definiu o Limp Bizkit. Nada soa deslocado: o caos é parte do conceito, e o público entende exatamente o que está sendo proposto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Encerramento celebra legado e permanência cultural</h3>



<p class="">Com todas as bandas da noite reunidas no palco no final da apresentação, o Limp Bizkit encerrou o show em clima de caos festivo. Mais do que um exercício nostálgico, a passagem pelo Allianz Parque reafirma o grupo como um nome que segue operando com força dentro do gênero, capaz de dialogar com diferentes gerações sem diluir sua identidade.</p>



<p class="">Em São Paulo, o Limp Bizkit mostrou que sua força ao vivo permanece intacta. O show de 20 de dezembro de 2025 não foi apenas uma volta ao passado, mas a confirmação de que a banda encontrou, no presente, um novo espaço de relevância e conexão com o público.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@popcorelab/video/7586136096463949074" data-video-id="7586136096463949074" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@popcorelab" href="https://www.tiktok.com/@popcorelab?refer=embed">@popcorelab</a> <p>Sem palavras para esse show. Limp Bizkit em São Paulo foi insano. Histórico  <a title="limpbizkit" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/limpbizkit?refer=embed">#limpbizkit</a> <a title="loserville2025" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/loserville2025?refer=embed">#loserville2025</a> @30e </p> <a target="_blank" title="♬ som original - Pop Core Lab | Música e Cinema" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7586136155336559367?refer=embed">♬ som original &#8211; Pop Core Lab | Música e Cinema</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
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		<title>Billy Idol faz São Paulo vibrar com clássicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 22:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[Billy Idol 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Billy Idol voltou a São Paulo para um show que reafirmou sua força como um dos grandes nomes do rock mundial. A apresentação, realizada no último sábado no Vibra São Paulo, fez parte da It’s a Nice Day To… Tour Again e atraiu um público que chegou de maneira gradual, mas que lotou a casa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class=""><strong>Billy Idol </strong>voltou a São Paulo para um show que reafirmou sua força como um dos grandes nomes do rock mundial. A apresentação, realizada no último sábado no Vibra São Paulo, fez parte da <strong><em>It’s a Nice Day To… Tour Again</em></strong> e atraiu um público que chegou de maneira gradual, mas que lotou a casa antes mesmo dos primeiros acordes do show principal.</p>



<p class="">A noite começou com Supla abrindo o palco, acompanhado pelos Punks de Boutique. No início, parecia que o espaço ficaria esvaziado, já que o público entrava em ritmo lento. Bastou alguns minutos para o cenário mudar. A plateia cresceu rapidamente enquanto o Papito entregava sua energia habitual, e muitos dos presentes aproveitaram para assistir ao show completo antes de se posicionarem para ver Billy Idol.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Clássicos, nova fase e uma banda afiada</h2>



<p class="">Quando as luzes se apagaram para a entrada do cantor britânico, a casa já estava completamente tomada. A animação do público ficou evidente desde o início, com fãs de diferentes gerações distribuídos pela pista, camarotes e arquibancadas, todos prontos para viver uma noite de nostalgia e novidade ao mesmo tempo.</p>



<p class="">O setlist combinou faixas recentes do álbum <em>Dream Into It</em>, lançado em abril, incluindo músicas como “Still Dancing” e “77”. Esta última, parceria de Billy Idol com Avril Lavigne, une o rock característico do cantor ao pop punk da artista canadense e marcou presença na turnê como parte da nova fase do músico. Essas faixas mais atuais se entrelaçavam com sucessos dos anos 80 que moldaram a trajetória do artista, como “Cradle of Love”, “Dancing With Myself”, “Eyes Without a Face” e “Rebel Yell”, transformando o Vibra em um grande coro coletivo. A resposta do público era imediata, demonstrando o quanto essas canções continuam presentes no imaginário do rock.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@popcorelab/video/7570560458155953426" data-video-id="7570560458155953426" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@popcorelab" href="https://www.tiktok.com/@popcorelab?refer=embed">@popcorelab</a> <p>Billy Idol abriu sua passagem pelo Brasil com a turnê “It’s a Nice Day To…Tour Again!” neste sábado, 08 de novembro, no Vibra São Paulo. A turnê destaca os 40 anos de “Rebel Yell” e acompanha novos lançamentos do artista. O próximo show será em Curitiba, no dia 12 de novembro, na Arena da Baixada. <a title="billyidol" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/billyidol?refer=embed">#billyidol</a> <a title="itsanicedaytotouragain" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/itsanicedaytotouragain?refer=embed">#itsanicedaytotouragain</a> <a title="rebelyell" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/rebelyell?refer=embed">#rebelyell</a>  @moveconcertsbrasil </p> <a target="_blank" title="♬ som original - Pop Core Lab | Música e Cinema" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7570560484370664199?refer=embed">♬ som original &#8211; Pop Core Lab | Música e Cinema</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p class="">A banda que o acompanha manteve o nível de energia lá em cima, com destaque natural para Steve Stevens, parceiro de longa data. Seus solos longos e precisos, incluindo o tema de Top Gun, arrancaram aplausos emocionados. Billy Morrison (guitarra), Stephen McGrath (baixo), Erik Eldenius (bateria), Paul Trudeau (teclado) e as backing vocals Kitten Kuroi e Jess Kav entregaram um desempenho sólido, dando corpo ao som e reforçando a força das composições mais antigas e mais novas.</p>



<p class="">Como “licença” para entrar por um instante na primeira pessoa, tiro um momento para registrar algo que ouvi ali, encostada na grade, enquanto o público esperava a próxima música. Dois fãs comentaram entre si que Billy Idol “só não é maior que o Prince, mas que anda lado a lado no panteão do pop e do rock”. A frase sintetiza o sentimento que dominava o ambiente: admiração quase reverencial, mas com a leveza típica de um show em que todos querem cantar, pular e se divertir.</p>



<p class="">A performance encerrou uma noite em que Billy Idol exibiu vitalidade, simpatia e um domínio de palco que poucos artistas mantêm após tantos anos de carreira. A turnê segue agora para Curitiba e, em seguida, para outros países da América do Sul, reforçando o alcance duradouro de um artista que, mesmo com novas influências e sonoridades ao redor do mundo, continua sendo sinônimo de rock em sua forma mais direta, vibrante e atemporal.</p>
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		<title>Otoboke Beaver dá aula de punk japonês no Cine Joia</title>
		<link>https://popcorelab.com.br/otoboke-beaver-da-aula-de-punk-japones-no-cine-joia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 05:20:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Otoboke Beaver no Cine Joia foi o tipo de evento que transforma uma noite comum em memória coletiva. No Halloween, o público lotou a casa, reunindo fãs de longa data e quem estava descobrindo a banda pela primeira vez. Mesmo assim, todos pareciam movidos pela mesma urgência: pular, cantar, gritar e acompanhar o ritmo acelerado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class=""><strong>Otoboke Beaver </strong>no <a href="https://popcorelab.com.br/otoboke-beaver-faz-show-em-sao-paulo-em-outubro/">Cine Joia</a> foi o tipo de evento que transforma uma noite comum em memória coletiva. No Halloween, o público lotou a casa, reunindo fãs de longa data e quem estava descobrindo a banda pela primeira vez. Mesmo assim, todos pareciam movidos pela mesma urgência: pular, cantar, gritar e acompanhar o ritmo acelerado que tomou conta do palco.</p>



<p class="">O quarteto de Quioto, formado por Accorinrin (voz e guitarra), Yoyoyoshie (guitarra), Hiro-chan (baixo) e Pop (bateria), entregou uma apresentação que reforça por que elas ganharam atenção de nomes como Dave Grohl e Jack White. O respeito vem do que elas fazem no palco: música rápida, direta, precisa e com personalidade que não precisa pedir licença.</p>



<p class="">Visualmente, a banda cria um contraste que diz muito sobre sua proposta. Vestidos floridos, meias coloridas e <strong>sandálias fofas</strong> evocam uma delicadeza imediata, mas basta o primeiro ataque de guitarra para essa imagem se desfazer. Elas parecem fofas à primeira vista, porém no palco mostram um punk que pulsa, explode e reorganiza o ambiente. Não é ironia, é contraste consciente. Uma escolha estética que tensiona expectativa e realidade.</p>



<p class="">Durante o show, as pausas dramáticas entre algumas músicas criaram momentos de suspensão. O público prendia o ar por um segundo, sem saber se o próximo som seria um grito, um riff abrupto ou uma fala inesperada. Essa dinâmica manteve a atmosfera viva e imprevisível.</p>



<p class="">A resposta do público foi intensa. Mesmo quem não sabia todas as letras se jogou na experiência. O engajamento era visível nas rodas que se formavam, nos gritos espontâneos, nos aplausos que surgiam sem marcação. A banda reagia a isso. Era claro que elas percebiam. A energia circulava, não era unilateral. Durante as interações, Yoyoyoshie comentou que a banda acompanha as métricas de onde é mais ouvida e que o Brasil está no topo.</p>



<p class="">Na reta final, o show se transformou em uma brincadeira consciente com o próprio formato. Elas saíam do palco como se tivessem encerrado tudo, apenas para voltar segundos depois, rindo, provocando, continuando. Foi repetido mais de uma vez, sempre com resposta calorosa. Em certo momento, a guitarrista <strong>surfou pelo público em uma boia grande</strong>, criando uma cena tão absurda quanto divertida, que sintetizou bem a lógica do grupo: é para ser intenso, mas também é para ser leve.</p>



<p class="">Além do impacto sonoro, a noite marcou mais um capítulo do interesse crescente dos brasileiros pela música japonesa em suas diversas vertentes. O rock, o punk, o metal, o pop: tudo encontra espaço e público por aqui. O show mostrou que essa relação está mais viva do que nunca.</p>



<p class="">Sem encerramentos épicos ou metáforas grandiosas, o que ficou foi simples e direto: quem estava lá saiu sabendo que tinha visto algo que não se repete. E isso já é muito.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@popcorelab/video/7567602208393399570" data-video-id="7567602208393399570" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@popcorelab" href="https://www.tiktok.com/@popcorelab?refer=embed">@popcorelab</a> <p>Aula de punk rock japonês! Foi assim o show da banda Otoboke Beaver no Cine Joia, em São Paulo. A banda ainda se fará mais um show no domingo, no projeto ÍNDIGO Apresenta, que também contará com atrações como Weezer, Bloc Party, Mogwai e Judeline. Saiba mais em popcorelab.com.br @30e @OTOBOKE BEAVER おとぼけビ~バ~ </p> <a target="_blank" title="♬ som original - Pop Core Lab | Música e Cinema" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7567602262856534785?refer=embed">♬ som original &#8211; Pop Core Lab | Música e Cinema</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
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		<title>Sung Hoon e Do Yu levam carisma ao SAM Korea Fest em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 00:21:56 +0000</pubDate>
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<p class="">O <strong>SAM Korea Fest</strong> reuniu fãs de cultura coreana no último domingo (19), no <strong>Espaço Unimed</strong>, em São Paulo. Organizado pela <strong>SAM Entretenimento</strong>, o evento teve a participação dos atores <strong>Sung Hoon</strong> e <strong>Do Yu</strong>, que foram convidados nos talk shows apresentados por <strong>Danilo Gentili</strong> e se destacaram pela interação direta com o público. Além das conversas, o festival contou com apresentações de <strong>K-pop</strong>, danças tradicionais, influenciadores e estandes com comidas e produtos inspirados no universo coreano.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Talk shows de Sung Hoon e Do Yu</strong> foram ponto alto do evento</h3>



<p class="">Primeiro convidado da noite, <strong>Do Yu</strong> mostrou descontração e empatia logo ao subir ao palco. O ator contou que está aprendendo português e participou de uma dinâmica em que tentava adivinhar o significado de algumas palavras apresentadas por Gentili — e surpreendeu ao acertar quase todas.<br>Em meio a risadas, comentou sobre o calor do público brasileiro, brincou com uma cena em que apareceu sem camisa no telão e arriscou algumas frases em português, arrancando aplausos da plateia.</p>



<p class="">Na sequência, <strong>Sung Hoon</strong> assumiu o palco e rapidamente tomou o controle da conversa. À vontade com o público, o ator brincou com o apresentador e fez piadas sobre os maridos que acompanhavam as esposas ao evento, mantendo o clima leve e participativo.<br>Durante o talk show, algumas fãs foram sorteadas para subir ao palco e participar de <strong>dinâmicas que iam de encenar cenas de doramas a tirar selfies com o ator</strong>, além de receber <strong>itens pessoais</strong> como lembrança.</p>



<p class="">A sintonia entre o público e os artistas foi um dos destaques da noite. Tanto <strong>Sung Hoon</strong> quanto <strong>Do Yu</strong> elogiaram a receptividade e o respeito da plateia — a interação foi tamanha que ambos desceram do palco para circular entre o público, cumprimentando fãs e tirando fotos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Show à parte do público</strong></h3>



<p class="">Se os atores brilharam no palco, o público também se destacou pelo comportamento exemplar. Mesmo com a empolgação evidente, os fãs mantiveram o respeito ao espaço dos artistas durante todo o evento. Nenhum empurra-empurra, nenhuma tentativa de ultrapassar limites: apenas entusiasmo, aplausos e uma energia positiva que transformaram o <strong>SAM Korea Fest</strong> em um exemplo de convivência entre fãs e artistas. O clima amistoso foi elogiado por <strong>Danilo Gentili</strong> e reforçado pelos próprios atores, que se sentiram à vontade para interagir livremente e caminhar entre a plateia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Encerramento com DJ set</strong></h3>



<p class="">Para fechar o festival, <strong>Sung Hoon</strong> voltou ao palco em um <strong>DJ set</strong> que misturou faixas de <strong>K-pop, pop e música eletrônica</strong>, com <strong>Do Yu</strong> acompanhando a festa. O público dançou, cantou e reagiu a cada música, estendendo a celebração até o fim do set.<br>Mesmo tarde da noite, ninguém parecia disposto a ir embora — e o coro de “eu não vou embora” ecoou pelo Espaço Unimed até o último som tocar.</p>



<p class="">Além da edição paulistana, <strong>Sung Hoon</strong> e <strong>Do Yu</strong> seguem para <a href="https://popcorelab.com.br/sung-hoon-vem-ao-sam-korea-fest-em-sao-paulo/"><strong>fanmeetings em Olinda (PE)</strong> e <strong>Curitiba (PR)</strong></a>. A <strong>SAM Entretenimento</strong> confirmou os eventos e anunciou novos ingressos e promoções para os fãs.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class=""><em><sub>Crédito da foto: Ingrid Leão @umaingrid</sub></em></p>
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		<title>Hyde faz show histórico no Carioca Club em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 19:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O último domingo (14) marcou o reencontro entre Hyde e seus fãs brasileiros em um show histórico no Carioca Club, em São Paulo. Com ingressos esgotados, a apresentação fez parte da turnê mundial [INSIDE] LIVE, que divulga o álbum mais recente do artista, HYDE [INSIDE], lançado em 2024. Considerado um dos maiores nomes do rock [&#8230;]</p>
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<p class="">O último domingo (14) marcou o reencontro entre Hyde e seus fãs brasileiros em um show histórico no Carioca Club, em São Paulo. Com ingressos esgotados, a apresentação fez parte da turnê mundial <em>[INSIDE] LIVE</em>, que divulga o álbum mais recente do artista, <em><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/10G25Djhchlk7HbV4rNdL2?si=paBZM83ZQT2wz9-hsBnb6A">HYDE [INSIDE]</a></em>, lançado em 2024.</p>



<p class="">Considerado um dos maiores nomes do rock japonês, Hyde mostrou por que mantém esse status ao longo de décadas. Sua presença marcante, combinada com a potência vocal característica, encontrou o equilíbrio perfeito com a banda de apoio. Usando máscaras, os músicos criaram uma atmosfera sombria e intensa, mas ao mesmo tempo carismática, intensificando a teatralidade que dominou todo o espetáculo.</p>



<p class="">O setlist uniu sucessos de diferentes fases da carreira com músicas do álbum atual. Canções como “6or9” incendiaram a pista e fizeram os fãs cantarem em uníssono, enquanto faixas mais recentes mostraram a força da nova fase de Hyde. Entre os momentos mais marcantes estiveram “Pandora”, quando o cantor deixou o palco principal e surgiu no mezanino para interagir com o público com uma pistola d’água, &#8220;atirando&#8221; nos fãs que estavam na pista — pausa para que essa que vos escreve, orgulhosamente, dizer que foi um dos alvos — e “HONEY”, clássico do L’Arc~en~Ciel, em que Hyde desceu até a grade e se entregou nos braços dos fãs em um coro emocionante.</p>



<p class="">Além de revisitar seu próprio repertório, Hyde surpreendeu ao incluir um cover de <strong>“Faint”</strong>, do Linkin Park — banda da qual já declarou ser fã —, e um breve momento instrumental inspirado em <strong>“Raining Blood”</strong>, do Slayer, logo após os solos de Shuntaro Kado (bateria) e Yasu Nomura (guitarra), que inclusive fez um agrado ao público brasileiro e tocou o Hino Nacional na guitarra. Também apareceram músicas que marcaram colaborações e trabalhos paralelos, como “<strong>Mugen</strong>”, feita para o anime <em>Demon Slayer</em> em parceria com o My First Story, e “<strong>Glamorous Sky</strong>”, sucesso ligado ao live action <em>NANA</em>. O encerramento ficou por conta da visceral “<strong>Sex Blood Rock n’ Roll</strong>”, da época de VAMPS, que deixou a plateia em êxtase.</p>



<p class="">Em <a href="https://popcorelab.com.br/entrevista-hyde-fala-sobre-carreira-fas-e-show-em-sao-paulo/">entrevista ao Pop Core Lab</a>, Hyde revelou que não costuma roteirizar o que acontece em cena, já que enxerga sua performance como a de um ator a serviço do público. Essa espontaneidade ficou evidente: à medida que o público se entregava, Hyde respondia com ainda mais intensidade, criando uma sintonia perfeita em um encontro aguardado por dez anos.</p>



<p class="">Outro destaque da noite foi a diversidade da plateia. Entre os fãs, era possível ver a paixão pela cultura japonesa expressa de diferentes formas: roupas Lolita, camisetas de animes, correntes e peças pretas que remetiam ao rock clássico. Essa mistura refletiu o alcance do artista, que une gerações e estilos em torno de sua música.</p>



<p class="">Ao final, ficou claro que a apresentação não foi apenas um show, mas uma celebração. Hyde reafirmou sua importância como ícone do rock japonês e fortaleceu ainda mais sua relação com o público brasileiro, que saiu do Carioca Club com a certeza de ter presenciado um momento único.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="649" height="1024" data-id="1254" src="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_3494.jpg?resize=649%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1254" srcset="https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_3494.jpg?resize=649%2C1024&amp;ssl=1 649w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_3494.jpg?resize=190%2C300&amp;ssl=1 190w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_3494.jpg?resize=768%2C1211&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_3494.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w" sizes="auto, (max-width: 649px) 100vw, 649px" /></figure>
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		<title>Rocky emociona fãs em show inesquecível no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 21:21:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de setembro, o Carioca Club, em São Paulo, recebeu um dos shows mais aguardados do ano: a volta de Rocky ao Brasil. Em sua segunda apresentação no país, o cantor confirmou o carinho especial que tem pelo público brasileiro, com um espetáculo cheio de emoção, carisma e momentos memoráveis. O Pop Core [&#8230;]</p>
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<p class="">No dia 7 de setembro, o Carioca Club, em São Paulo, recebeu um dos shows mais aguardados do ano: <a href="https://popcorelab.com.br/rocky-anuncia-show-unico-em-sao-paulo-em-setembro/">a volta de Rocky ao Brasil</a>. Em sua segunda apresentação no país, o cantor confirmou o carinho especial que tem pelo público brasileiro, com um espetáculo cheio de emoção, carisma e momentos memoráveis. O <strong>Pop Core Lab</strong> esteve presente, representado pela repórter Moon — fã declarada do artista — que compartilha abaixo sua experiência exclusiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O show de Rocky pelos olhos de quem estava lá</h2>



<p class=""><em><sub>Por Moon</sub></em></p>



<p class="">Vivi uma noite inesquecível ao lado de Rocky. Foi sua segunda vez em solo brasileiro, e mais uma vez ele mostrou que já carrega no coração uma ligação única com o nosso povo. A familiaridade, o sorriso fácil e a energia que ele transmite provam que o Brasil já faz parte da sua história. E não posso deixar de mencionar seu irmão Geun, que além de lindo e extremamente talentoso, mostrou-se também muito animado, deixando claro que o talento e o carisma correm no sangue da família.</p>



<p class="">Durante o show, Rocky foi mais do que um artista: ele foi amigo, foi coração aberto. Sua atenção e carinho com os fãs transbordavam em cada gesto, em cada olhar, em cada palavra. Ele nos presenteou com músicas que tocaram fundo, como Oh My Mind, Jealousy, Ba Ba Bye, We Still Love e, claro, sua atual e não menos importante canção Bounce Man. E foi justamente com Bounce Man que ele nos deixou uma mensagem especial: pediu que, sempre que estivéssemos tristes, ouvíssemos essa música para encontrar força e alegria.</p>



<p class="">E como se não bastasse, Rocky ainda fez uma homenagem linda à América Latina ao cantar Waka Waka, da Shakira. Um gesto de respeito e carinho que fez todos vibrarem ainda mais, mostrando sua conexão não apenas com o Brasil, mas com toda a nossa cultura latina.</p>



<p class="">Saí de lá com a alma leve, com o coração cheio e com a certeza de que o amor que tenho por ele só cresce. Foi uma noite de conexão, música e emoção que vou guardar para sempre. Já estou pronta para novas canções, novos encontros e, claro, para o próximo show.</p>



<p class=""></p>
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