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	<title>Arquivo de post-hardcore - Pop Core Lab</title>
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	<description>Tudo sobre música, cinema &#38; cultura</description>
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	<title>Arquivo de post-hardcore - Pop Core Lab</title>
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		<title>Alexisonfire volta ao Brasil para celebrar do Crisis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 03:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Alexisonfire volta ao Brasil em novembro para celebrar os 20 anos de Crisis, terceiro álbum de estúdio da banda canadense. O grupo se apresenta no dia 20 de novembro, no Vibra São Paulo, e em 22 de novembro, no Tork n’ Roll, em Curitiba. Os shows têm realização da Solid Music Ent. Lançado em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Alexisonfire</strong> volta ao Brasil em novembro para celebrar os 20 anos de <em>Crisis</em>, terceiro álbum de estúdio da banda canadense. O grupo se apresenta no dia <strong>20 de novembro</strong>, no Vibra São Paulo, e em <strong>22 de novembro</strong>, no Tork n’ Roll, em Curitiba. Os shows têm realização da Solid Music Ent.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado em 2006, <em>Crisis</em> chegou ao primeiro lugar das paradas canadenses e consolidou a combinação de guitarras intensas, três vocais e refrões que se tornou uma das marcas do Alexisonfire. O álbum inclui faixas como “This Could Be Anywhere in the World” e “Boiled Frogs”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingressos para as duas apresentações estão à venda pela 101 Tickets.</p>



<h2 class="wp-block-heading">20 anos de Crisis</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A formação vocal do Alexisonfire reúne os gritos de George Pettit, a voz melódica de Dallas Green e o timbre rasgado de Wade MacNeil. Em <em>Crisis</em>, o trio aparece em músicas marcadas por mudanças de andamento, guitarras intensas e refrões que ampliam a dinâmica das composições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as faixas do álbum estão “Drunks, Lovers, Sinners and Saints” e “We Are the End”. Em entrevista à Rock Sound sobre os 20 anos do disco, Dallas Green relembrou que a banda buscava construir refrões mais contagiantes, capazes de fazer mais pessoas cantarem juntas, ao mesmo tempo em que trabalhava para alcançar maior precisão instrumental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O álbum representou um novo momento para o grupo, que havia estreado em 2002 com <em>Alexisonfire</em> e ganhado projeção com <em>Watch Out!</em>, de 2004. Os dois trabalhos já apresentavam a mistura de hardcore, guitarras elaboradas e diferentes registros vocais que se tornaria característica da banda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes mesmo do lançamento de <em>Crisis</em>, o Alexisonfire recebeu o Juno de banda revelação em 2005.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Do post-hardcore a novas fases</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória da banda continuou com <em>Old Crows / Young Cardinals</em>, de 2009, que trouxe guitarras ainda mais pesadas. Depois, o grupo lançou <em>Otherness</em>, em 2022, produzido pelos próprios integrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O álbum apresentou novas texturas para o som da banda e recebeu o Juno de álbum de rock do ano em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da carreira, o Alexisonfire também passou a alcançar públicos além da cena do punk e do post-hardcore, participando de festivais em diferentes países. No Brasil, o grupo foi uma das atrações do Lollapalooza em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os shows de 2026, George Pettit, Dallas Green, Wade MacNeil, Chris Steele e Jordan Hastings formam novamente o quinteto. São os mesmos cinco músicos que gravaram <em>Crisis</em>, agora reunidos para marcar as duas décadas do álbum.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Alexisonfire em São Paulo</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:</strong> 20 de novembro de 2026, sexta-feira<br><strong>Local:</strong> Vibra São Paulo<br><strong>Endereço:</strong> Avenida das Nações Unidas, 17.955, Vila Almeida<br><strong>Abertura dos portões:</strong> 19h<br><strong>Show:</strong> 21h30<br><strong>Classificação etária informada:</strong> 18 anos<br><strong>Ingressos:</strong> <a href="https://email.cloud.secureclick.net/c/1711?id=986606.50881.1.eae0c62ea02dc54a864c7e8b9382e60a">101 Tickets</a><br><strong>Realização:</strong> Solid Music</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alexisonfire em Curitiba</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:</strong> 22 de novembro de 2026, domingo<br><strong>Local:</strong> Tork n’ Roll<br><strong>Endereço:</strong> Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1.695, Rebouças<br><strong>Abertura dos portões:</strong> 18h<br><strong>Show:</strong> 20h<br><strong>Classificação etária informada:</strong> 18 anos<br><strong>Ingressos:</strong> <a href="https://email.cloud.secureclick.net/c/1711?id=986606.50882.1.2f6f1a6363040b3ed8889cb173be8f18">101 Tickets</a><br><strong>Realização:</strong> Solid Music</p>
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		<title>Alesana revive álbum The Emptiness no Carioca Club</title>
		<link>https://popcorelab.com.br/alesana-revive-the-emptiness-memoravel-no-carioca-club/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Shows & Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Alesana]]></category>
		<category><![CDATA[Alesana São Paulo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Lee]]></category>
		<category><![CDATA[post-hardcore]]></category>
		<category><![CDATA[resenha show Alesana]]></category>
		<category><![CDATA[show Alesana Carioca Club]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns discos carregam uma espécie de vida própria. Eles atravessam os anos, acumulam histórias, encontram novas gerações e continuam ecoando na memória de quem os ouviu no momento certo. Foi com esse peso afetivo que o Alesana subiu ao palco do Carioca Club no dia 28 de fevereiro, em São Paulo, para celebrar um de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Alguns discos carregam uma espécie de vida própria. Eles atravessam os anos, acumulam histórias, encontram novas gerações e continuam ecoando na memória de quem os ouviu no momento certo. Foi com esse peso afetivo que o <strong>Alesana</strong> subiu ao palco do <strong>Carioca Club</strong> no dia 28 de fevereiro, em São Paulo, para celebrar um de seus trabalhos mais marcantes: o álbum <strong>The Emptiness</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da noite era simples e, ao mesmo tempo, poderosa: executar o disco na íntegra, sem atalhos, sem cortes. Como se cada faixa fosse uma página inevitável de uma história que precisa ser contada até o fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os primeiros acordes de “Curse of the Virgin Canvas” surgiram, o público já sabia exatamente o que estava por vir. Os mais ansiosos gritaram antes mesmo de os vocais se completassem &#8220;<em>the emptiness will haunt you</em>&#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O repertório seguiu a ordem do álbum. “The Artist” e “A Lunatic’s Lament” vieram logo depois, ampliando a sensação de que o tempo havia se dobrado dentro do local, que diga-se de passagem é estava bem abafado. A cada mudança de música, a temperatura subia. O momento catártico chegou em “The Murderer”, quando um mosh se abriu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dennis Lee</strong>, também conhecido como Danny Diablo, conduzia a noite com naturalidade, alternando gritos, melodias e momentos de interação com quem estava na grade. A presença de palco da banda mantinha o show em constante movimento: Shawn Milke e Shane Crump, por exemplo, estão sempre trocando de microfone (um em cada extremidade do palco) para executar os vocais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco antes de “The Thespian”, um breve problema técnico interrompeu o andamento do show por alguns minutos. Nada dramático, mas o suficiente para quebrar um pouco do ritmo. Dennis Lee lidou com a situação com leveza e brincou com o público, dizendo que quem acompanha os shows da banda já sabe que esse tipo de coisa acontece. O comentário arrancou risadas e manteve o clima leve enquanto a equipe resolvia a falha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a música finalmente retornou, a reação foi imediata, como se a pausa tivesse apenas acumulado energia, afinal &#8220;The Thespian&#8221; é o grande símbolo do que foi a era The Emptiness.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encerramento do álbum veio com “Annabel”, uma das faixas mais longas e emocionais do repertório. Em determinado momento, o som diminuiu e a voz do público tomou conta do espaço. Lanternas de celular surgiram no meio da pista. O &#8220;emo véio&#8221; ficou realizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de completar o ciclo de <em>The Emptiness</em>, a banda deixou o palco por um instante. O retorno veio com três músicas fora do disco, funcionando como uma espécie de epílogo para a noite. “This Is Usually the Part Where People Scream”, “Beyond the Sacred Glass” e “Apology” trouxeram diferentes fases da carreira da banda de volta ao palco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última delas encerrou tudo com o mesmo espírito que marcou o restante da apresentação: vozes misturadas, braços erguidos e mosh pit pra eternizar.</p>
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		<title>Story of the Year lança “Gasoline” e anuncia novo álbum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 18:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Story of the Year, um dos nomes mais emblemáticos do post-hardcore, anunciou oficialmente seu novo álbum de estúdio, A.R.S.O.N., com lançamento previsto para 13 de fevereiro de 2026, via SharpTone Records. O anúncio vem acompanhado do primeiro single, “Gasoline (All Rage Still Only Numb)”, já disponível em todas as plataformas digitais. A faixa marca [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Story of the Year, um dos nomes mais emblemáticos do post-hardcore, anunciou oficialmente seu novo álbum de estúdio, <strong><em>A.R.S.O.N.</em></strong>, com lançamento previsto para <strong>13 de fevereiro de 2026</strong>, via <strong>SharpTone Records</strong>. O anúncio vem acompanhado do primeiro single, <strong>“Gasoline (All Rage Still Only Numb)”</strong>, já disponível em todas as plataformas digitais.</p>



<figure class="wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3e6DAPGeNe2rwiwBOmvqVR?si=mtFwcKbvTD-fEZngOvLV8w
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<p class="wp-block-paragraph">A faixa marca uma das sonoridades mais intensas da carreira do grupo, misturando <strong>guitarras distorcidas, vocais viscerais e uma atmosfera de catarse total</strong>. “‘<strong>Gasoline</strong>’ é uma música sobre chegar ao limite e dizer ‘foda-se tudo’”, explica o guitarrista <strong>Ryan Phillips</strong>. “É sobre ser selvagem e imprevisível, e ceder ao impulso de queimar tudo para recomeçar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produzido por <strong>Colin Brittain</strong> — atual baterista do Linkin Park e colaborador de longa data da banda, também responsável pelo álbum anterior <em>Tear Me To Pieces</em> — o novo trabalho promete elevar a assinatura sonora do Story of the Year. Segundo o grupo, o título <strong><em>A.R.S.O.N.</em></strong> é uma sigla para <strong><em>All Rage, Still Only Numb</em></strong>, refletindo temas como <strong>ansiedade, colapso emocional e a luta por equilíbrio</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Em muitos aspectos, <em>A.R.S.O.N.</em> é a continuação natural de <em>Tear Me To Pieces</em>”, compartilha a banda. “Não seguimos tendências — apenas escrevemos grandes músicas que soam como SOTY: guitarras imensas, baterias marcantes e a intensidade do Dan entre cantar e gritar.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Após uma passagem recente pelo Brasil como uma das atrações mais elogiadas da<a href="https://popcorelab.com.br/i-wanna-be-tour-2025-anuncia-line-up-com-fall-out-boy-good-charlotte-yellowcard-e-mais/"> <strong>I Wanna Be Tour</strong></a>, com shows em <strong>São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro</strong>, o grupo se prepara para iniciar uma nova fase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formado por <strong>Dan Marsala</strong> (vocal), <strong>Ryan Phillips</strong> (guitarra), <strong>Josh Wills</strong> (bateria) e <strong>Adam Russell</strong> (baixo), o <strong>Story of the Year</strong> consolidou seu nome desde o clássico <strong><em>Page Avenue</em></strong> (2003), que vendeu mais de um milhão de cópias e revelou hinos como “Until the Day I Die” e “Anthem of Our Dying Day”. Agora, mais de duas décadas depois, o quarteto mostra que a chama segue acesa — e mais intensa do que nunca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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