<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Hateen - Pop Core Lab</title>
	<atom:link href="https://popcorelab.com.br/tag/hateen/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://popcorelab.com.br/tag/hateen/</link>
	<description>Tudo sobre música, cinema &#38; cultura</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Jun 2025 20:58:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/popcorelab.com.br/wp-content/uploads/2024/11/ESTILOS-DE-POST-LIVRES.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Arquivo de Hateen - Pop Core Lab</title>
	<link>https://popcorelab.com.br/tag/hateen/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">239494673</site>	<item>
		<title>Emo Vive 2025 celebra gerações no palco do Polifonia</title>
		<link>https://popcorelab.com.br/emo-vive-2025-celebra-geracoes-no-palco-do-polifonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flavia Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 20:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Shows & Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Anberlin]]></category>
		<category><![CDATA[BoaSorte]]></category>
		<category><![CDATA[Emery]]></category>
		<category><![CDATA[emo Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Emo Vive 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Polifonia]]></category>
		<category><![CDATA[festival São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Fresno]]></category>
		<category><![CDATA[Hateen]]></category>
		<category><![CDATA[Mae]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://popcorelab.com.br/?p=1124</guid>

					<description><![CDATA[<p>Festival Polifonia &#8211; Emo Vive levou emoções à flor da pele ao palco da Audio em SP, em uma jornada de seis shows e muitas memórias no sábado, 7 de junho. A Audio foi tomada por uma atmosfera única: saudade, entrega e pertencimento definiram o clima da noite que marcou o retorno do festival Polifonia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://popcorelab.com.br/emo-vive-2025-celebra-geracoes-no-palco-do-polifonia/">Emo Vive 2025 celebra gerações no palco do Polifonia</a> apareceu primeiro em <a href="https://popcorelab.com.br">Pop Core Lab</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Festival Polifonia &#8211; <a href="https://popcorelab.com.br/festival-polifonia-emo-vive-chega-a-sao-paulo-em-junho/">Emo Vive</a> levou emoções à flor da pele ao palco da Audio em SP, em uma jornada de seis shows e muitas memórias no sábado, 7 de junho.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Audio foi tomada por uma atmosfera única: saudade, entrega e pertencimento definiram o clima da noite que marcou o retorno do festival Polifonia com sua edição Emo Vive 2025. Mais do que uma reunião de nomes conhecidos da cena: foi um exercício de memória afetiva e reafirmação da relevância do emo como linguagem emocional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">boasorte e Hateen: entre gerações e resgates</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A boasorte abriu a noite para um público que ainda chegava, mas já se mostrava atento. Com letras que falam de afetos e vivências pessoais, a banda mostrou o fôlego da nova geração emo brasileira. Ingrid Rocha, à frente dos vocais, conduziu o show com segurança, mesmo em um palco grande, provando que há espaço para a renovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo depois, o Hateen trouxe o peso da memória. Ao optar por um repertório todo em inglês, com músicas do início da carreira, o grupo resgatou uma fase que nem todos ali viveram, mas que são de muita nostalgia para os fãs mais antigos — os famosos &#8220;emos véios&#8221; . A plateia geral reagiu com curiosidade e respeito, e a performance sólida segurou bem o clima até a transição para os nomes internacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O lado sensível e o caótico: Mae e Emery</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O show do Mae foi contemplativo. Tocando o álbum <em>The Everglow</em> na íntegra, a banda construiu um clima quase cinematográfico, silencioso e denso. Emery, por outro lado, apostou na performance enérgica — cheia de falas diretas, pulos e interação. Quando Esteban Tavares apareceu para dividir os vocais em “Walls”, a plateia foi ao delírio. Foi o momento em que emoção e catarse dividiram espaço no palco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Anberlin: disco clássico, energia atual</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Subindo ao palco depois de apresentações energéticas como a do Emery, o Anberlin manteve o clima elevado ao tocar o álbum <em><a href="https://popcorelab.com.br/never-take-friendship-personal-o-album-que-definiu-o-som-do-anberlin/">Never Take Friendship Personal</a></em> na íntegra. A escolha agradou fãs antigos, que responderam em coro a faixas como “Paperthin Hymn”, “(The Symphony of) Blasé” e a esperada “Feel Good Drag”. O show ainda incluiu sucessos como “The Resistance”, “High Stakes” e “Godspeed”, encerrando com vigor uma performance que equilibrou entrega e precisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O destaque ficou por conta da energia constante no palco: Matty Mullins não parava um segundo, e os instrumentistas acompanharam com intensidade. Mesmo sem longos discursos ou interações extensas, a banda construiu um vínculo direto com o público, que parecia ter esperado esse show por muito tempo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fresno: um tributo às origens e à trajetória</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando a noite, a Fresno entregou um show cuidadosamente pensado para os fãs mais antigos. O repertório foi dedicado aos três primeiros álbuns — <em>Quarto dos Livros</em>, <em>O Rio, a Cidade e a Árvore</em> e <em>Ciano</em> — o que resultou em uma sequência de músicas nostálgicas e que nem sempre são tocadas ao vivo. Canções como “Stonehenge”, “<a href="https://vm.tiktok.com/ZMSyktKUe/">Onde Está</a>” e “Cada poça dessa rua tem um pouco de minhas lágrimas” foram cantadas do início ao fim por quem se manteve presente até tarde da noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lucas Silveira chamou esse trecho da carreira de “o velho testamento” da Fresno, e o carinho com que a banda tratou esse material foi notável. Para além da nostalgia, a Fresno mostrou como é possível revisitar o passado com maturidade e entrega, sem perder a conexão com quem sempre esteve por perto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href=""></a></p>
<p>O post <a href="https://popcorelab.com.br/emo-vive-2025-celebra-geracoes-no-palco-do-polifonia/">Emo Vive 2025 celebra gerações no palco do Polifonia</a> apareceu primeiro em <a href="https://popcorelab.com.br">Pop Core Lab</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1124</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
