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Story of the Year lança “Gasoline” e anuncia novo álbum

Story of the Year lança “Gasoline” e anuncia novo álbum

O Story of the Year, um dos nomes mais emblemáticos do post-hardcore, anunciou oficialmente seu novo álbum de estúdio, A.R.S.O.N., com lançamento previsto para 13 de fevereiro de 2026, via SharpTone Records. O anúncio vem acompanhado do primeiro single, “Gasoline (All Rage Still Only Numb)”, já disponível em todas as plataformas digitais.

https://open.spotify.com/intl-pt/album/3e6DAPGeNe2rwiwBOmvqVR?si=mtFwcKbvTD-fEZngOvLV8w

A faixa marca uma das sonoridades mais intensas da carreira do grupo, misturando guitarras distorcidas, vocais viscerais e uma atmosfera de catarse total. “‘Gasoline’ é uma música sobre chegar ao limite e dizer ‘foda-se tudo’”, explica o guitarrista Ryan Phillips. “É sobre ser selvagem e imprevisível, e ceder ao impulso de queimar tudo para recomeçar.”

Produzido por Colin Brittain — atual baterista do Linkin Park e colaborador de longa data da banda, também responsável pelo álbum anterior Tear Me To Pieces — o novo trabalho promete elevar a assinatura sonora do Story of the Year. Segundo o grupo, o título A.R.S.O.N. é uma sigla para All Rage, Still Only Numb, refletindo temas como ansiedade, colapso emocional e a luta por equilíbrio.

“Em muitos aspectos, A.R.S.O.N. é a continuação natural de Tear Me To Pieces”, compartilha a banda. “Não seguimos tendências — apenas escrevemos grandes músicas que soam como SOTY: guitarras imensas, baterias marcantes e a intensidade do Dan entre cantar e gritar.”

Após uma passagem recente pelo Brasil como uma das atrações mais elogiadas da I Wanna Be Tour, com shows em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, o grupo se prepara para iniciar uma nova fase.

Formado por Dan Marsala (vocal), Ryan Phillips (guitarra), Josh Wills (bateria) e Adam Russell (baixo), o Story of the Year consolidou seu nome desde o clássico Page Avenue (2003), que vendeu mais de um milhão de cópias e revelou hinos como “Until the Day I Die” e “Anthem of Our Dying Day”. Agora, mais de duas décadas depois, o quarteto mostra que a chama segue acesa — e mais intensa do que nunca.

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